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Renault Clio 1.0 16V - IAW
5NR
Veículo não ultrapassa as 2.500 RPM
Outros detalhes
- Na fase fria, a falha não se apresentava. Ao se
dar partida no veículo com o motor em temperatura
operacional, se a aceleração fosse mantida acima de
2.500 RPM, seu funcionamento também era normal;
- Soltando-se o pedal do acelerador, ficando o motor
em marcha-lenta, ao ser acelerado novamente,
percebia-se a falha;
- No momento da falha, a marcha-lenta era irregular,
o motor não ultrapassava as 2.500 RPM e a lâmpada da
injeção acendia. Com a utilização do scanner,
constatou-se que era gerado na memória da UCE o código
referente à falha no corpo da borboleta motorizada;
- Observou-se também, que mesmo com o pedal do
acelerador livre e o veículo em marcha-lenta, no
momento da falha o scanner informava que abertura da
borboleta era de 50%.
Análise do problema
- Foram analisados os sinais do sensor de posição do
pedal do acelerador - SPA, os sinais do sensor de
posição da borboleta - TPS, o circuito elétrico de
controle do motor do acelerador eletrônico e a
alimentação da UCE;
- Suspeitando-se de interferência eletro-magnética,
foram substituídas as velas, e o conjunto (cabos de
velas e bobina);
- Após todos os testes relativos ao acelerador
eletrônico, o reparador resolveu checar a integridade
das engrenagens do corpo da borboleta motorizada. Ao
remover a tampa lateral (plástica), percebeu que a
engrenagem ligada à haste da borboleta estava com
alguns "dentes" faltantes (vide figura 1).

Solução encontrada - Substituição
do corpo da borboleta motorizada.
Comentário - O defeito só se
apresentava, quando a engrenagem do motor do acelerador
eletrônico chegava na parte sem "dentes" da engrenagem
da haste da borboleta. Desta forma com o motor frio
(borboleta mais aberta) e se mantendo o motor acima das
2.500 RPM, a falha não aparecia.
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