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Teste dos sensores existentes no corpo de
borboleta - Os sensores existentes no corpo de
borboleta desses veículos são (vide figura 1):
- Um potenciômetro para monitorar a posição da borboleta
(sensor de posição da borboleta);
- Um potenciômetro para monitorar a posição do atuador da
marcha-lenta (sensor de posição do atuador da marcha-lenta);
- Um interruptor para indicar a condição de marcha-lenta
(interruptor da marcha-lenta).

Como testar os sensores do corpo de borboleta (vide
figura 2)? - O sensor de posição da borboleta
envia seu sinal através do pino 5 do corpo de borboleta. Esse
sinal deve variar, sem saltos ou interrupções, entre:
- Com a borboleta fechada aproximadamente 4,20 volts VDC;
- Com a borboleta aberta aproximadamente 0,80 volts
VDC.

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O sensor de posição do atuador da marcha-lenta envia seu
sinal através do pino 8 do corpo de borboleta. É importante
ressaltar que a variação desse sinal não está vinculada ao
movimento do came do acelerador e sim ao movimento do eixo do
atuador da marcha-lenta (motor cc). O eixo do atuador (motor
cc) não se movimenta quando se aciona a borboleta por
intermédio do came. Com o motor aquecido e em marcha-lenta
este sinal deve estar entre aproximadamente 3,10 e 3,70
VDC; - O interruptor de marcha-lenta envia seu sinal
através do pino 3 do corpo de borboleta. Esse sinal deve
variar da seguinte forma:
- Com a borboleta fechada aproximadamente 0 (zero) volts
VDC;
- Com a borboleta aberta:
- Maior que 8,50 volts VDC
(gol/parati 1.0 16V); - Maior que 11,50 volts VDC (gol
1.0 8V).
- Além disso, deve ser encontrado sinal negativo (terra) no
pino 7 e positivo (5 VDC) no pino 4 do corpo de borboleta.
Esses sinais provêem da UCE.
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